ARMAS NÃO MATAM PESSOAS?

“Drones assassinos” com inteligência artificial

Tecnologia de guerra que nos faz refletir.

A última Convenção das Nações Unidas sobre Armas Convencionais apresentou uma nova tecnologia baseada em inteligência artificial, os Slautherbots. Tratam-se de drones autômatos equipados com uma pequena carga explosiva capaz de disparar um projétil contra o crânio de um ser humano e feri-lo mortalmente.

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O mais incrível desse drone é que, além do minúsculo tamanho, ele não possui pilotos remotos, é totalmente independente e capaz de se movimentar baseado nos sensores e na sua câmera de reconhecimento.

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Sua capacidade de processamento é 100 vezes superior aos seres humanos, tornando-o praticamente imune a contra-ataques. Durante a apresentação, são mostradas diversas aplicações do uso em massa dos drones, que através da sua IA e do reconhecimento facial são capazes de direcionar os ataques apenas aos inimigos reais, eliminando baixas de civis ou inocentes.

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Essa tecnologia frisa que isso representa a obsolescência das armas nucleares e outras bombas de grande porte, cujos efeitos colaterais são sempre muito grandes.

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Confira na íntegra o vídeo da apresentação:

Na teoria tudo parece uma maravilha (exceto para o alvo!), mas por trás dessa IA existem os parâmetros que são “setados” pelo operador, as características do alvo a ser perseguido e que servirão para orientar o cérebro do drone.

Imaginando que a tecnologia realmente funcione de maneira adequada, podemos levantar uma questão sobre seu uso. E se os drones forem usados para exterminar etnias ou culturas inteiras, baseados em puro preconceito e discriminação? E se forem usados com viés religioso e ideológico ao invés de combater ameças reais? No fim das contas, aquela máxima de “armas não matam pessoas, pessoas matam pessoas” ficaria meio confusa, afinal, não haveria um ser humano “puxando o gatilho” ou “apertando o botão”. Ainda assim haveria alguém para descrever os alvos e “setar” os parâmetros, então ele seria o verdadeiro assassino?

Quem acompanha o site sabe que somos à favor do porte de armas e que ADORAMOS falar sobre armas, testar e conhecê-las melhor, mas os Slaughterbots nos trás uma reflexão válida acerca do poder das armas, ainda mais quando não existe um outro ser humano por trás para decidir se “sim” ou se “não”. Alguns hão de pensar que isso é uma coisa boa, mas eu, particularmente, não sei bem o que pensar ainda.

Só espero que a skynet não tome o controle desses drones e extermine a raça humana.

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Forte abraço

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3 comentários

  1. Com certeza é uma coisa ruim. E a frase “armas não matam pessoas, pessoas matam pessoas” continua correta. Quem “setará” os parâmetros não será outro drone. Foi uma matéria extremamente válida mas um questionamento infeliz. Há de se refletir, mas estão indagando erroneamente.

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    1. “há de se refletir, mas estão indagando erroneamente”. Ora pois, o sentido do questionamento é EXATAMENTE incentivar a reflexão. Acho que não lhe entendi direito, então por favor, esclareça para mim: Qual é o questionamento adequado?

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